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Quem é responsável por esse diálogo interno pleno de auto-crítica, auto-julgamento e de pensamentos negativos?
Quem se tem permitido ser tão exigente e rígido consigo mesm@?
Quem tem estado a assumir a responsabilidade por como os outros pensam, se sentem e se comportam?
Quem tem estado a auto-sabotar-se, adiando fazer o que precisa fazer hoje, neste momento, procrastinando constantemente agir em direcção aos seus objectivos?
Quem tem estado a criar expectativas e a querer controlar um futuro que é incerto e, por isso, sem qualquer controle, manifestando ansiedade e stress constante?
Quem tem estado a iludir-se em busca da felicidade fora de si (nos outros, em coisas ou situações)?
Quem continuamente tem estado a culpar os outros, apontando-lhes o dedo, por absolutamente tudo de menos bom que lhe acontece na vida?
Quem tem estado a tomar conta, a cuidar dos outros, constantemente, esquecendo-se de si até, para que (ainda que inconscientemente) obtenha aprovação, reconhecimento e valorização, atenção e amor dos outros?
Quem se tem permitido alimentar de emoções e sentimentos negativos (raiva, culpa, vergonha, ressentimento, medo, ódio, inveja)?
Quem tem estado a adiar viver intensamente o presente, o aqui e agora?
Quem tem estado a entregar aos outros o seu enorme poder pessoal?
TU és o teu maior inimigo! É com a tua sombra que lutas constantemente. Aceita-a, ela faz parte de ti. Transforma-a, integrando-a no teu Ser, brotando Luz em ti!
Jamais permitas que nada que venha de fora apague o teu brilho, cegue a tua consciência, bloqueie a tua energia e impeça a tua intuição de se manifestar.
Nunca permitas que sejam os outros, através das suas acções e palavras, a determinar a tua paz interior, o teu equilíbrio emocional e a forma como sentes e vives a tua vida.
Se tens Amor-Próprio, sê tu a fazer as tuas próprias escolhas, a respeitar-te de acordo com o que te é mais confortável. Lembra-te sempre que tu és a pessoa mais importante da tua vida, tens valor tal como és e estás agora e mereces o melhor.
Liberta-te desses pensamentos negativos, lembra-te que a tua mente pode desviar a tua atenção, para que não escutes o coração e a alma que nesse corpo habitam. Esses pensamentos são limitantes, bloqueiam a tua criatividade, a tua natureza pura de Amor e Luz, impedem-te de viveres aqui no presente e arrastam-te para as sombras do passado e de um futuro incógnito.
Pára esses pensamentos e começa a sentir-te e a amar-te pois és uma esmeralda e tens todo o valor, tal como te encontras agora. Sê livre e vive essa liberdade de forma serena.
A ignorância permite-te que cada vez mais permaneças na vibração energética do Medo. A consciência e a sabedoria levam-te a vivenciar e partilhar a energia do AMOR! A Escolha é tua.
Tens corrido atrás de riqueza e esqueces-te que ela está dentro de ti.
Não precisas de absolutamente nada para seres alguém. Já nasceste com valor! Apenas sê o que és e consegues ser neste momento. A tua alma alimenta-se do “SER” e não do “TER”.
Procuras por inspiração? Tira o foco dos outros e de situações externas. Volta-o para dentro de ti. És um ser inspirado. Esta é a tua natureza. Tod@s nascemos inspirad@s. Silencia a mente, sente-te e escuta esse brilho em ti, essa voz interna que te fala a todo o momento. Agora cria o que tu quiseres.
Acorda o ser inspirado em ti. Lembra-te que o templo que reside em ti foi construído por blocos de inspiração. Permite-te ser a manifestação pura dessa inspiração, neste momento e sempre!
Nunca delegues aos outros a responsabilidade que só a ti te cabe. Assume a responsabilidade por ti e por tudo que te acontece, pela tua vida e destino. Só tu tens o poder de te transformares no melhor SER que queres, podes e consegues ser a cada momento. Só tu podes acabar com todo esse sofrimento em ti. Não delegues a ninguém essa responsabilidade.
Entre tantas folhas no meio da areia da tua vida, só tu és responsável por escolher, com consciência, aquela que te levará para o caminho seguinte neste teu percurso planetário.
Ser adulto é isto. Ser adulto é deixar a “voz da vítima” e assumir a voz do “responsável por si”. Implica seres livre para fazeres as tuas escolhas e assumires a responsabilidade pelas consequências dessas escolhas.
Qualquer que seja a escolha ela é sempre tua. Optar por permanecer no sofrimento é uma escolha, optar por sair agora deste registo é outra escolha. Qual é a tua escolha?
Ao seres a tua verdade, libertas-te das máscaras do ego e sais do estágio do pseudo-amor. Quanto mais te permitires ser e agir de acordo com o teu ser, mais caminhas para o destino. Mais te desatas desse desamor. E o destino é o A M O R. Quando souberes o que é Amar, estás pront@ para sentir o teu “Eu Superior”. Aqui estás de regresso à tua essência, à casa, portanto, ao ser iluminado (consciência/luz) que se manifesta em ti, através desse templo magnífico que habita no teu interior. Só assim o teu espírito se pode manifestar. Enquanto a este destino não chegas várias são as lições que atrais do universo para que continues a crescer.
Liberta-te! Ama-te! Respeita-te!
]]>Foca-te em ti, no Ser mais importante da tua existência. Respira lenta e profundamente e permite que todo o ar novo te penetre no corpo e renove cada célula, órgão e relaxe cada músculo, elevando agora a tua frequência energética. Ao tirares o ar cá para fora, liberta-te de tudo que mais não te serve. Deixa sair todo esse lixo interno, essas emoções negativas. Todo esse venenoso cocktail de crenças, sentires e pensares. Demais limitante, demais sufocante, deveras somatizante.
Permite-te escutar profundamente a partir do teu coração. O centro do que de mais puro e divino existe em ti. Sente e entra em contacto com o teu Ser. Esse que habita o teu templo interno. Escuta-o com abertura, humildade e verdade. Agora sim, estás de regresso à casa interior. Estás em estreita conexão com a consciência e universo que és e que representas.
Estás aqui, contigo mesm@ e nada mais importa. Sente a vida que há dentro de ti. Tão bela, harmoniosa e iluminada. Escuta a mensagem que o teu corpo neste momento te assinala, através de dores, sintomas ou qualquer doença. Aceita tudo que encontrares e avança sempre para dentro de ti. É aí que está o teu destino, aqui agora neste presente.
Sente neste momento o quanto és um Ser especial, divino, único, raro, iluminado, magnífico, extraordinário, belo, pleno e perfeito. Nasceste assim, cheio de dons e talentos, líder, criativo, amoroso, alegre, espontâneo, autêntico e verdadeiro. Esta é a tua natureza, é como tu, eu, nós vimos ao mundo. Esta é a nossa essência – Seres de AMOR! Permite-te resgatar a tua essência. Esse é o único caminho – O AMOR!
Permite-te rodear-te sempre de pessoas com excelente vibração energética, pessoas que te toquem com as palavras, que te escutem com o coração, que te inspirem com o olhar, com um abraço e uma carícia, que te estimulem a conectar-te a ti e a seres um ser com mais luz do que antes. Ama-te o suficiente para te dares isto e muito mais de presente. Tu, Eu, Nós…todos merecemos, já que somos todos UM só!
Ouve a tua consciência e a tua voz interior. O Mundo à tua volta tem muito ruído e se te distrais, deixas de ouvir o que tens de mais profundo e precioso em ti – a voz da tua Alma.
A chave de todas as respostas que procuras está bem aí, dentro de ti. Ouve a tua voz interna, essa belíssima intuição que te fala bem do fundo do teu Ser. Confia nessa tua bússula interior que ela te orientará para o próximo passo que precisas de dar. Escuta-a com atenção e deixa-te levar. É esta tua melodia interna que te orientará pelo caminho que deves seguir. Ela está sempre certa. Simplesmente confia. Os resultados são brilhantes!
O importante não é chegar ao destino, mas sim aproveitar cada momento e cada lição que encontramos pelo caminho para crescermos e tornarmo-nos na melhor versão deste Ser de Luz que existe em Nós!
Não cries expectativas sobre pessoas ou situações senão tu é que te vais decepcionar e magoar-te. Não te permitas esperar absolutamente nada de ninguém. É o que é e pronto. Vive o presente apenas. Sente cada momento. Há uma grande diferença entre viver na ilusão e criação mental nossa do que viver intensamente todo e qualquer momento do aqui e agora. Neste último registo entregas ao universo o que realmente te é útil para continuares a crescer interiormente. E isso é o que importa, aprenderes sobre ti mesm@ a partir das pessoas ou situações que atrais neste percurso de vida. Aceitares isso em ti e escolheres o que é melhor para ti. O melhor mesmo é não teres quaisquer expectativas. Assim, és eternamente feliz, independentemente de tudo!
Sê actor e não espectador da tua vida. Abre-te para o que de mais precioso tens aí dentro de ti, a tua alma. Ouve-a, sente-a e nutre-a aqui e agora neste presente. Aí estás a cumprir aquilo que nasceste para ser e estar a concretizar. Nada melhor do que assim te permitires viver, em plena Luz, Realização Pessoal e Amor Incondicional.
Dás tanta importância a coisas tão insignificantes que por vezes esqueces-te de respirar este ar puro que a natureza tão bem nos proporciona, de observar a beleza de cada flor, cada planta e de cada árvore que nela habitam. Tocar e sentir profundamente a vibração/energia de cada árvore e/ou planta tem um elevado poder curador. (Re) estabelecer esta conexão com a natureza ajuda-te a conectar contigo mesm@, com o teu interior e a purificar o teu coração.
Quão belo é estar aqui na terra de passagem, nesse corpo, nesse tesouro, nesse espírito livre. Sente a essência que de ti emanas. Sente a vibração da energia que em ti se sintoniza.
Expressa gratidão por tudo isto e muito mais. Permite-te que assim te manifestes, todos os dias, a cada segundo nesta vida!
Tu és Vida, sente-a dentro de ti.
Tu és Amor. Tu és Luz. Tu és o Universo.
]]>Eu sou como sou e como estou.
Aceito-me tal como sou e estou agora, aqui, neste presente.
Eu faço as minhas próprias escolhas e assumo a responsabilidade pelas suas consequências.
Não vivo de modismos, regras e padrões.
Eu é que defino os meus limites, meus valores e o que quero e mereço para mim.
Quero lá saber o que os outros pensam, sentem e fazem. Isso é responsabilidade dos outros do qual eu não tenho qualquer controlo.
A mim cabe-me apenas a responsabilidade pelo que eu penso, sinto e faço. Pelas minhas necessidades, desejos, atitudes e crenças.
Não falo dos outros, nem neles projecto nada que não aceito em mim.
Falo apenas de mim porque me conheço e me aceito aqui, agora, a cada momento.
Não tomo nada que venha dos outros pessoalmente. O que é dos outros fica com eles, sabendo que por detrás de qualquer acto de violência (verbal ou física) está uma necessidade/carência não atendida.
Assim fica bem mais fácil ter compaixão pelos outros. Compreender as suas dores, os seus gritos de socorro, os seus conflitos internos.
Sou um ser livre e ninguém tem o direito de dizer o que tenho de fazer ou falar a não ser eu própria.
Sou eu que decido se quero estudar, namorar, casar, ter filhos, comprar casa ou não, que roupas quero usar. Até tatuar o meu corpo cabe-me a mim decidir. Sou dona do meu corpo. Ninguém decide isso por mim. E não sou menos ou mais educada, menos ou mais pessoa, menos ou mais ser humano, menos ou mais normal por decidir/escolher fazer ou deixar de fazer estas e outras coisas.
Não me venham com essa história de cultura. Estou farta de ver das maiores atrocidades que se fazem em nome da dita cultura. Lembro que a cultura é definida pelo próprio homem e na maioria dos casos como instrumento para exercer poder sobre os outros.
Eu sou e serei sempre eu. Não me comparo, nem sigo ninguém. Sou minha própria Mestre, senhora do meu destino e sigo o caminho que eu mesmo escolho todos os dias, a cada momento, deste presente.
Dos outros retiro apenas aquilo que posso aprender sobre mim mesma e com isso crescer.
Sou livre porque sou quem eu quero ser e não o que os outros esperam de mim.
Como já me aceito e aprovo, não preciso de ficar nesta prisão mental de ter de depender da aceitação dos outros para ser quem eu quero ser.
Eu sou mais EU. Permito-me ser quem sou em essência.
Não sou a Sociedade. Nunca fui e jamais serei!
E tu, permites-te ser tu mesm@ ou vives em função do que os outros e a sociedade espera de ti?
]]>Lembras-te quando criança de ouvir os teus pais e outros adultos a falarem de si mesmos? Ou lembras-te de ouvi-los, constantemente, a falarem de terceiros (vizinhos, familiares, colegas de trabalho, etc.). Muito provavelmente falas dos outros porque, enquanto criança, ouvias as tuas figuras parentais e outros adultos (ex. Familiares, Professores, Pais de amigos, etc.), do meio em que estavas, a falar de terceiros. Por aprendizagem e condicionamento, tendo as tuas figuras parentais sido os teus primeiros modelos de referência (e mais tarde, professores e outros actores), aprendeste a falar dos outros. Porém, a qualquer momento podes parar com este ciclo vicioso e (re)aprenderes a falar de ti pois, efectivamente, só podes falar de ti.
Falar dos outros é uma forma de manteres o foco em tudo que te é exterior e evitares voltá-lo para dentro de ti. É uma fuga de ti mesmo/a já que olhar para dentro e confrontares a tua “sombra” (aquilo que não gostas ou não aceitas em ti, o teu diálogo interno negativo, as tuas crenças, pensamentos e sentimentos negativos, tuas características por desenvolver, etc.) pode ser altamente doloroso. Fugires de ti mesmo/a é uma forma de resistires à mudança. Dizes que os outros é que estão mal, eles é que precisam de mudar e ainda vives querendo mudar os outros, porém não tens esse poder. O único poder que tens e que está no teu controlo és tu mesmo/a. A mudança é interna. Ela parte sempre de ti e começa contigo. O movimento é sempre de dentro para fora, jamais o contrário. Então, até quando vais continuar a fugir de ti, falando mal dos outros? São os outros que devem mudar ou és tu?
O ideal é que fales apenas de ti, o que pensas, sentes, necessitas, desejas, sonhas, que características de personalidade manifestas, que ideias, crenças e valores tens e por aí fora. Porém, para falares de ti precisas de te conhecer profundamente e a minha experiência de anos a lidar com pessoas e a pesquisar sobre o funcionamento humano tem revelado que a maioria das pessoas não se conhece. Grande parte não iniciou este trabalho interno de auto-conhecimento. Então, contas uma grande mentira a ti mesmo/a, assumindo “Ilusoriamente” de que conheces e sabes profundamente sobre os outros, por isso, falas deles. Como é possível conheceres os outros se nem a ti te conheces?
Falar dos outros é também um mecanismo de defesa do Ego, que em psicologia se designa por projecção e que é inconsciente. Assim, ao falares dos outros podes estar a projectar sobre o teu mundo interno, aspectos (ex. sentimentos, crenças, desejos, características, etc.) que muitas vezes negas existirem em ti. Ao falares dos outros podes estar a projectar de três formas, por exemplo: 1) Indicando no outro uma característica que se manifesta em ti; 2) indicando no outro uma característica oposta àquela que se manifesta em ti ou 3) indicando no outro uma característica que já se manifestou em ti (no passado), porém, já a transmutaste.
Ao falares mal de terceiros, revelas imaturidade emocional pois estás a julgá-los, ou seja, estás a interpretar o seu comportamento à luz das tuas crenças e valores pessoais. Estás a responsabilizar os outros pela forma como te sentes relativamente ao seu comportamento. Essa é uma responsabilidade que só a ti te cabe. Só tu és responsável pela forma como pensas, sentes e reages a determinado comportamento ou situação. Ser adulto é isto – ser livre para fazeres as tuas escolhas e assumires a responsabilidade pelas consequências dessas mesmas escolhas.
Outra razão porque falas mal dos outros pode ser a incapacidade que tenhas de te vulnerabilizar. A grande maioria das pessoas vê a vulnerabilização como um acto de fraqueza. É precisamente o contrário – um acto de coragem; de Amor-Próprio. Vulnerabilizares-te diante do outro implica falares de ti e apenas de ti, sempre na primeira pessoa (ex. Eu penso, sinto…etc.) do que pensas e sentes, assumindo a responsabilidade por tais pensamentos ou sentimentos, sem culpar o outro. Por exemplo, “estou carente, dás-me um abraço?”; “sinto-me só, podes passar a noite aqui comigo?”; “sinto culpa pela forma como te falei esta tarde, peço desculpas” ou “sinto-me inseguro em relação a esta tarefa que me delegaste, podes ajudar-me e orientar-me já que tens mais experiência, por favor?”.
Falar mal dos outros também pode ser uma forma de descarregares a tua raiva, ainda que não tenhas consciência. Sentes raiva, sempre de ti mesmo/a porque estás com alguma frustração ou conflito interno e procuras aliviar esse mal-estar desta forma. Este é também um mecanismo de defesa do Ego muito comum que em psicologia se designa por deslocamento. É legítimo sentires raiva e deves evitar reprimi-la. Porém, há formas saudáveis de aliviares/limpares esta emoção dentro de ti.
Falar mal dos outros também revela medo de ao te expressares, falando de ti (vulnerabilizando-te), que os outros te julguem ou reajam de uma forma que não estejas disposto/a a assumir a responsabilidade. Então, como temes o julgamento alheio ao falares de ti, optas por falar dos outros, como uma “máscara” que nada mais é do que um mecanismo de defesa.
Pessoas bem resolvidas, optimistas e felizes jamais sentem a necessidade de falar mal dos outros. Neste sentido, se tens o hábito de falar mal dos outros, muito provavelmente sentes-te infeliz contigo mesmo/a e/ou com a tua vida. Assim, precisas de reforçar/validar a tua infelicidade criticando e ocupando-te dos outros, gerando uma vibração energética muito negativa e altamente tóxica para ti e os outros. Porém, só tu podes quebrar este ciclo vicioso buscando a felicidade dentro de ti e jamais fora.
Finalmente, ao falares mal dos outros, podes estar a revelar que não tens amor-próprio. Se te amas, respeitas-te, valorizas-te, conheces-te profundamente e te aceitas incondicionalmente, tal como és e estás agora no presente (características manifestas de amor-próprio), sabes, perfeitamente, que só podes falar de ti, nunca do outro.
Parar de falar mal dos outros é, sem dúvida, algo libertador, antes de mais para ti. Só tu tens o poder de eliminar este hábito tão feio e assim desenvolveres-te e cresceres tornando-te num ser humano melhor que a tua versão anterior.
]]>Elogiar os outros é um acto de Amor. Porque Amar é tocar, também com as palavras.
Cresci num ambiente em que o elogio era uma prática constante. Daí ter esta facilidade no dia-a-dia. Elogio-me a mim própria e também elogio estranhos na rua ou em diversos contextos, amigos, familiares, alunos, formandos e clientes. E como me sinto ao fazê-lo? Sinto-me a transbordar Amor e também a amar-me.
E aqui cabe lembrar que o verdadeiro elogio deve ter algumas características. Primeiro deve surgir espontaneamente (independente de situações e pessoas) e não por dever ou obrigação. Segundo, deve ser sincero, vindo cá de dentro, do coração e alma. Terceiro, não deve estar associado a quaisquer expectativas (de retorno, de benefícios, etc), pelo contrário, deve ser incondicional. Por último e mais importante, o elogio reflecte o nosso estado interno (emocional, mental e espiritual) e a forma como nos vemos e nos aceitamos. Já que somos espelhos uns dos outros, eu só consigo elogiar nos outros tudo aquilo que vejo em mim mesma e que consigo auto-elogiar.
Considerando as características acima é fácil perceber o quão poderoso é um elogio, quer para quem o faz, quer para quem o recebe. Lembro-me de uma vez estar numa fila de um Banco e olhar para a jovem que estava na caixa e vê-la muito séria e nada sorridente. Ao chegar a minha vez de ser atendida, olhei para a jovem da caixa e de forma espontânea disse-lhe com um grande sorriso: “Bom dia querida eu e todos os restantes clientes merecemos ser atendidos com um sorriso teu”. De imediato a jovem expressa um sorriso radiante. E eu olhando para ela digo: “Adoro o teu sorriso é contagiante e emite uma vibração energética muito boa. Continua assim que tu és a primeira a beneficiar”. Ela respondeu:” Obrigada, nunca ninguém me tinha dito isto.”
Percebi ao longo dos anos, dando aulas e fazendo formação nas empresas como o elogio pode inspirar no outro a auto-aceitaçao, a auto-estima, a autoconfiança ingredientes cruciais para o resgate do Amor Próprio, e do desenvolvimento e equilíbrio emocional com consequências positivas no desempenho, na criatividade e na transformação e crescimento pessoal e profissional. Isto está já provado pela ciência através dos vários campos da Psicologia.
No entanto fui apercebendo-me, numa fase inicial quando realizava consultorias nas organizações um pouco por todo o país, trabalhando com equipas, e numa fase mais recente, trabalhando com clientes individuais, no contexto de coaching, aconselhamento psicológico e desenvolvimento pessoal, que a maior parte das pessoas têm uma enorme dificuldade em fazer e receber elogios.
Observo que o foco tem estado em apontar os erros, criticar o que não está bem e falar apenas nos aspectos negativos. Ė realmente impressionante como isto acontece a todo o momento e nos mais variados contextos. Vejo pais a fazerem isto com os filhos em casa, Professores a assim procederem com seus alunos nas escolas e universidades, Chefes dirigindo-se a seus subordinados e colegas em organizações, maridos e esposas comunicando com seus e suas parceiros/as e políticos dialogando entre si.
E porque será que isto acontece? Por que razão temos tanta dificuldade em auto-elogiar-nos, elogiar os outros e até receber elogios de terceiros? Ou como em várias situações me deparei com alunos, formandos e clientes partilhando da sua tristeza, e alguns até revoltados, por não serem elogiados/reconhecidos pelos seus pais, chefes, colegas, professores, amigos e parceiros.
A resposta a todas estas questões é única: falta de Amor-Próprio. A raíz de tudo!
Quem não se ama e, portanto, não se aceita, tem muita dificuldade em se valorizar e daí não conseguir encontrar em si aspectos para se auto-elogiar. Logo, mais dificilmente conseguirá encontrar aspectos a elogiar nos outros. De igual forma demostrará dificuldade em aceitar elogios de terceiros já que não se considera merecedor dos mesmos precisamente porque não se ama, se respeita, se admira e se estima. Porque não vêem e sentem que tem valor (interno) estas pessoas procuram constantemente validação externa por meio do reconhecimento ou melhor pela “caça ao elogio”. E ainda ficam zangadas e revoltadas quando não são elogiadas. E quando recebem elogios respondem como se não os merecessem se auto-anulando pois as crenças que tem de si mesmas são negativas. Geralmente estas pessoas tem baixa auto-estima, complexos de inferioridade e/ou sofrem da famosa pseudo-sindrome “não sou suficientemente bom” (já que ela não passa de uma falsa crença que tem vindo a ser alimentada por gerações).
A pessoa que se ama, conhece e valoriza os seus dons e talentos (com os quais todos nascemos com) e por isso não necessita de reconhecimento ou validação externa. Não se torna escrava de elogios. E quando eles surgem, também sabe recebê-los e aceitá-los naturalmente pois se acha merecedora. Por isso também são capazes de se auto-elogiar com facilidade, sempre na dose equilibrada.
Ė certo que grande parte das pessoas com as quais tenho interagido não aprendeu a elogiar. Enquanto crianças não foram estimuladas a isso. Várias questões podes colocar-te a ti mesmo/a para perceber de onde vêm esta dificuldade relacionada ao elogio. Quando criança:
1) Viste os teus pais ou figuras parentais elogiarem-se um ao outro? Ou elogiarem terceiros?
2) Recebias elogios ou críticas constantes dos teus pais/figuras parentais?
3) E os teus professores, tendiam mais a elogiar-te ou a apontar os erros que cometias?
Naturalmente que esta carência de elogio na infância também influi na construção do teu amor próprio, da tua auto-estima, da tua estrutura emocional, da tua auto-confiança. E isto reflecte-se no adulto que hoje és – provavelmente inseguro, com muitos medos e bloqueios emocionais. Inclusive evitar elogiar os outros ou acreditar no elogio que os outros nos fazem pode ser um mecanismo de defesa para evitar o sofrimento, ilusão ou até a rejeição.
Ao teres crenças positivas a teu respeito facilmente discriminando as tuas qualidades, habilidades e pontos fortes, maior é a capacidade de identificares e enalteceres no outro as suas qualidades e características positivas.
]]>Nesse registo as pessoas são vistas como recursos, verdadeiros instrumentos de alienação, tratadas de forma desigual e controladas pela via da intimidação, manipulação e do medo para se chegar aos tão almejados resultados.
Os jogos de poder e autoridade são verdadeiros enredos de competitividade neste tipo de gestão e (pseudo) liderança que fomentam o egoísmo e o individualismo, bloqueiam a subjectividade e estruturas mental, emocional e espiritual, inviabilizando toda a criatividade e dons e talentos que cada Ser (colaborador) trás para o palco organizacional.
Nestas organizações antigas, predominam velhas crenças associadas à escassez, insuficiência, imperfeição e incapacidade. Não sou suficiente “bom”, “perfeito”, “eficiente”, “produtivo”, “inteligente”, “capaz”, são alguns dos exemplos mais comuns de como as pessoas se vêm e sentem internamente. É a cultura do medo e da escassez predominantes actualmente nas organizações e na sociedade em geral.
O cenário tende a aumentar, atingindo actualmente proporções alarmantes.
Ou seja, as organizações tem estado a regredir, melhor expressando, a involuir no seu grau de maturidade. Nelas as pessoas falam dos outros, julgam constantemente, manipulam e vitimizam-se, fecham-se à expressividade e estão profundamente carentes.
Carentes de amor, antes de mais, de afecto dirigido, de aceitação, de atenção, aprovação, de admiração, de reconhecimento, de elogios. E a lista é longa. São tantas as carências que trazemos do nosso passado, da nossa infância e que agora, na vida adulta, se manifestam de forma inconsciente, através das máscaras que nada mais são do que mecanismos de defesas do ego para se proteger da eventual dor emocional associada aos medos dos indivíduos revelarem a sua verdadeira identidade, sua essência, o seu verdadeiro Eu. Não admira porque adoecem e inclusive, no contexto organizacional. O corpo não engana. Os primeiros sinais surgem com somatizações como dores de cabeça, dores musculares, insónia, gastrite, fadiga, stress e ansiedade.
É impressionante o que os dados que venho obtendo das pesquisas sobre a saúde e bem-estar nas organizações, nos últimos anos, tem revelado. As pressões por resultados, a sobrecarga de trabalho, a fraca autonomia para a tomada de decisões entre outros factores estruturais e organizacionais aceleram os mecanismos internos de resistência do organismo em adaptar-se.
Ainda assim, a corrida pelo perfeccionismo, a ambição pelo poder, a ilusão do salário e dos benefícios, cegam os indivíduos e impedem com que estes façam escolhas conscientes. Impedem que escutem as mensagens que o seu corpo lhes está a enviar. Aí surgem outros sinais como depressões, tensão alta, burnout, problemas de coração. Cabe referir aqui que nos últimos 3 anos tem se assistido um aumento considerável de ataques cardíacos em pessoas com entre 35 a 42 anos. Trata-se de um quadro atípico para a medicina em Moçambique.
Mesmo diante destes sinais quase que paralisantes há quem ainda permaneça cego e resista à mudança. Mesmo em uma cama de hospital, há quem esteja conectado ao trabalho via telemóvel, laptop entre outros dispositivos que a tecnologia magicamente nos proporciona (para o bem ou para o mal dependendo do uso que dela se faz).
Indivíduos, grupos e organizações resistem em mudar. Parece até que o medo da mudança é maior do que o de adoecer e até do medo da morte. E de quem é a culpa? Como é possível termos chegado a este estado?
Ninguém é culpado. Todos colectivamente somos responsáveis. Estas organizações estão a ser geridas literalmente ao contrário, ou seja, com pilares ancorados na energia do medo, aquela contraria à energia do Amor.
O medo é paralisante. O medo bloqueia a comunicação a todos os níveis (intra e interpessoal), impede a criatividade e a inovação e “sabota” a produtividade nas organizações. Mais do que isto, o medo tem sido o principal “vilão” das organizações não atingirem um elevado grau de maturidade.
Por onde começar então para reverter este quadro?
Porque “liderar é amar servindo”, é urgente que os indivíduos que estão à frente destas organizações se abram a este tão importante trabalho interno de desenvolvimento pessoal, eles mesmos. Revendo os seus bloqueios emocionais, medos, questões não resolvidas do seu passado, suas crenças limitantes e seus valores pessoais. Deste modo deixam de projectar e deslocar suas frustrações, conflitos internos e questões não resolvidas naqueles os quais sentem ter algum poder sobre – os seus subordinados.
Precisamos de verdadeiros líderes, líderes inspiradores, líderes que tem amor-próprio, inteligência emocional e espiritual, antes de mais. Os benefícios de uma liderança consciente (responsável) são visíveis em qualquer contexto, particularmente no organizacional. O Foco precisa estar no bem-estar interno das pessoas, começando por quem está em posições de liderança que, ao iniciarem mudanças em si mesmos, passam estão a ser o exemplo para os demais colaboradores e neles a estimular e a inspirar verdadeiros processos de mudança individual e de equipa.
A consequência natural deste processo são os tais resultados, a tal produtividade e os tais lucros (que até podem triplicar). As organizações precisam de pessoas felizes para crescerem! O País precisa urgentemente sair desta prisão mental, deste estágio de letargia inconsciente, desta vibração energética negativa (de baixa frequência=medo) para o bem de todos e da nação! E as organizações precisam assumir esta responsabilidade.
]]>Lembras-te quando criança teres ouvido, vezes sem conta, dos teus pais e/ou outros adultos: “Vês como o teu irmão tem melhores notas que tu”; “Tens de começar a vestir-te como a tua amiga se veste”; “És incapaz de ajudar aqui em casa, tal como faz a filha da vizinha. É uma filha adorável”; “Deverias fazer como o teu primo, aprender a tocar um instrumento musical”…
E quando ías para a escola lembras-te de ouvir de colegas, amigos e outras crianças comparações diversas, como por exemplo: “Ela é mais bonita que…”; “Ele não consegue fazer tão bem como os outros”; “Ela é a mais inteligente da turma”; “Ele já tem namorada e tu ainda não”.
Agora, já adulto, provavelmente estás sempre a comparar-te com os outros. Ou porque os outros são mais bonitos, inteligentes, mais corajosos, melhor formados, tem melhores atitudes, melhores profissões, melhor desempenho profissional, melhor estatuto social, possuem este ou aqueles bens materiais que tu não tens (carro, casa, roupas, jóias, etc.), tem filhos mais bem comportados/bem succedidos, enfim, a lista de comparações pode ser mesmo longa.
Cresceste a aprender que deves comparar-te aos outros. Aprendeste a manter o teu foco no exterior, ou seja, nos outros. Assim, os outros passam a ser a tua principal referência para todas as escolhas que fazes. Afinal, quem é a pessoa mais importante da tua vida? Provavelmente vais responder a esta questão mencionando os teus pais, ou filhos, ou parceiros. Esta tem sido a resposta mais comum que tenho obtido das pessoas quando lhes faço esta pergunta.
Repara como “estamos ao contrário”. O ser humano “está ao contrário”. A nossa referência tem sido externa, ao invés de interna. Sim, é isso mesmo que estás a ouvir: Tu és a pessoa mais importante da tua vida! Já pensaste em ti? Será que importa o que tu pensas, sentes, queres e desejas? Será que te sentes com valor? Será que te sentes merecedor do melhor, seja do que for, sendo tu a pessoa mais importante da tua vida?
Pois é, tens estado a depositar nos outros (fonte externa) o teu próprio poder pessoal (fonte interna), por isso, pára de te martirizares, não vale a pena comparares-te com ninguém. Convence-te de uma vez por todas que não és melhor ou pior que outrém. És um Ser Único. Um Ser Especial. Um Ser Maravilhoso.
Eu sei que provavelmente nunca ouviste isto dos teus pais e/ou outras figuras parentais que são quem têm grande influência na tua infância e, por isso, na construção da tua individualidade, da tua essência, do teu “Eu”. Eles também não são culpados. Assim, aprenderam dos seus pais. Eles fizeram o melhor que conseguiram e puderam fazer de acordo com os recursos internos que tinham no momento. Não os julgues.
Tu podes é fazer diferente. Podes romper com essas crenças antigas e, no lugar de “Os outros são melhores”; “Ninguém gostará de mim se não…”; “Só terei importância, reconhecimento e aprovação se…” assume o seguinte: “Eu Sou o Ser mais Importante desta existência. Amo-me e aprovo-me tal como estou neste presente momento. Sinto-me completo e perfeito dentro destes Corpo e Alma”.
Parabéns, ao fazeres esta mudança de crenças, em que sais do registo da energia do medo para o registo da energia de Amor-próprio, começas assim a tua viagem para dentro de ti, permitindo-te deixares de focar nos outros e voltar a tua atenção para quem realmente importa: Tu!
Estás a ouvir agora, aqui, nestas mesmas linhas que “Tu és o Ser mais importante da tua existência”. Fantástico. Agora já sabes que ninguém pode ser mais do que tu próprio. Esta é a única forma de estares realmente em paz interna: transformares-te constantemente na melhor versão de ti mesmo/a, a que conseguires ser a cada momento.
Assim estás com o foco voltado para ti, o teu interior no lugar de focares-te no exterior.
Não imites ninguém, nem queiras ser como o outro. Procura apenas ser diferente do que conseguiste ser há um ano, há uma semana, há um dia. Como fazer isto? Simples, busca o auto-conhecimento. Quanto mais te permites conhecer, maior é o foco que mantens em ti mesmo (interior) e menor é o foco nos outros (exterior). Assim, caminhas para o resgate da tua verdadeira essência.
Lembra-te de nunca permitires que alguém mude a tua essência, seja ela qual for. Só tu tens esse poder e mais ninguém. Quando deixamos de ser e viver quem verdadeiramente somos, começamos a morrer, antes de mais, por dentro.
Jamais deixes de ser quem és, por nada, nem ninguém.
Tu és vida e não há nada mais importante nesta Planeta que essa vida que em ti habita, essa luz que te ilumina, esse Amor que em ti veícula.
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Atender é uma arte. Implica manifestar dons e talentos próprios em comunicar, expressar e estabelecer relacionamentos interpessoais saudáveis. Aqui ficam algumas dicas úteis que, ao aplicar na prática, deixarão os seus clientes encantados:
Aplique estas sugestões no seu dia-a-dia e verá que elas fazem sim toda a diferença para si e para todos com quem interage no contexto de atendimento. Inspire-se e deixe os seus clientes encantados. Lembre-se de tratá-los como gostaria que fizessem consigo.
]]>Descobri que a chave está em buscar o auto-conhecimento. Quanto mais me conheço mais me torno consciente do que tenho de mudar em mim para me tornar na melhor versão de mim mesma. Sem nunca comparar-me a nada, nem ninguém.
Percebi que não é suficiente só ter consciência. É preciso partir para a acção e colocar em prática essa mudança em mim mesma. Resistências vão sempre nos surpreender pelo caminho. É a coragem de me mostrar imperfeita que me habilita nesse belíssimo processo.
Dar a conhecer ao mundo, os meus medos, inseguranças e tudo aquilo que trago de “sombra” no nosso interior, aceitando isso em mim, sem me punir, culpar ou julgar é o primeiro grande passo nesta transformação e crescimento pessoal.
O resultado disto é magnífico observar e sentir – uma verdadeira paz interna e uma energia de amor incondicional próprio. Para o exterior, sinto uma energia e vibração inspiradora e altamente contagiante. Uma admiração profunda por parte de todos que cruzam o meu caminho.
Quanta gratidão sinto por me permitir assim ir conseguindo evoluir emocional e espiritualmente. Aprendi a falar/ expressar-me com o coração e alma e isso faz uma grande diferença na forma como me sinto comigo mesma e como sinto os outros e todas as situações que atraio para a minha vida.
Aprender a falar de mim mesma e dos meus sentimentos e emoções, de forma honesta, verdadeira, directa e amorosa (a tal inteligência emocional) gera um impacto/reacção surpreendente nos outros. Vou observando que o que dou, também recebo de volta. Observo que o outro também começa a mudar, transformar, com o meu próprio exemplo, e a amar-se e a respeitar-se também – resgatando em si essa energia do Amor, energia oposta à do medo.
E é neste ciclo diário de auto-transformação e do retomar do meu poder interior que me vou sentindo líder de mim mesma, autora do meu destino, personagem deste que é o Palco da vida. Esta belíssima vivência neste plano terreno – aqui nesta encarnação.
Quantas lições vou tirando das minhas próprias escolhas. Aprendi a assumir a responsabilidade por essas escolhas e perceber que essas escolhas foram feitas por alguma razão. Para que pudesse aprender algo e assim crescer, evoluir e ir sendo uma alma melhor nesta vida. É bom demais não ter que ir buscar “bodes expiatórios”, quer na família, quer no trabalho ou no domínio social, para atribuir “culpas e responsabilidades” pelas minhas próprias escolhas.
Essa coragem de ser eu mesma, assim, hoje, agora, tal como estou é simplesmente fabulosa. Poder desta forma sentir-me, liderando-me, permite-me poder, naturalmente, inspirar e liderar pessoas e equipas. Nunca pensei ser tão fascinante assim fazer crescer este espírito em mim.
Ao estar completamente despida das máscaras que aprendi a usar pelo sistemas (familiar, educacional, social, económico e político), permitindo-me ser “EU em essência” gera uma energia de tremenda criatividade. Jamais julguei poder ser tão criativa, essa nata com que nasci e por alguns momentos a escondi.
Tantos mestres que me tem cruzado e vir espelhar o que preciso trabalhar em mim. Desde pais, irmã, a amigos, amores, colegas, alunos, formandos, clientes e estranhos. A todos eles o meu eterno e profundo Amor, aquele incondicional e consciente.
Fascinante é pois esta alma que me vou tornando, líder de mim mesma e de todos a quem confiam a minha liderança. Tornar-me coach foi-me e é hoje possível a partir de todo este aprendizado que venho fazendo, antes de tudo, comigo própria.
O reflexo no exterior é o que cada um vê, sente e expressa, tal como está, se encontra e pode fazê-lo, a cada instante. A realidade, essa que eu a crio e sinto, só comigo permanece. E lapidar esta esmeralda em mim só a este Ser que sou me cabe este direito e liberdade – SER QUEM EU SOU – líder de mim mesma. Sempre!
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